Quando trilhas e cursos on-line são publicados, normalmente existe uma sensação de missão cumprida.
Os projetos foram planejados, os conteúdos produzidos, revisados, aprovados, publicados no LMS e finalmente disponibilizados para os colaboradores.
Mas, naquele momento, começa uma nova etapa que exige governança e visão estratégica: a gestão do ciclo de vida desse portfólio.
Informações mudam. Processos são alterados. Sistemas são atualizados. Produtos deixam de existir. Legislações mudam. E até aquilo que continua tecnicamente correto pode deixar de fazer sentido para o negócio.
O problema é que muitos conteúdos continuam disponíveis simplesmente porque não existem critérios definidos para avaliar sua relevância contínua.
Atualizar cursos não é apenas corrigir links quebrados ou trocar telas. É analisar indicadores de uso, acompanhar o contexto da empresa e tomar decisões estratégicas sobre atualizar, reformular ou descontinuar ativos.
Isso exige uma postura de liderança sobre a estratégia de aprendizagem.
Cursos digitais não devem ser tratados como projetos pontuais que terminam na publicação, mas como ativos do negócio que precisam de governança contínua enquanto estiverem ativos.
Porque, no e-learning, publicar um conteúdo não é o fim do projeto. É o começo da sua vida útil.
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